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INGRID TRIGUEIRO E LUIZ CARLOS VASCONCELOS VENCEM COMO MELHOR ATRIZ E MELHOR ATOR DE CURTA-METRAGEM NO 20º FESTARUANDA
Cultura

INGRID TRIGUEIRO E LUIZ CARLOS VASCONCELOS VENCEM COMO MELHOR ATRIZ E MELHOR ATOR DE CURTA-METRAGEM NO 20º FESTARUANDA

Filme "A Arte de Morrer ou Marta Díptero Braquícero" foi premiado em 9 categorias na Mostra Nacional, entre elas Melhor Atriz, Melhor Ator, Melhor direção e Júri Popular.

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A atriz Ingrid Trigueiro e o ator Luiz Carlos Vasconcelos venceram como Melhor Atriz e Melhor Ator de Curta-metragem na 20º edição do FestAruanda, realizado entre 3 e 10 de dezembro, em João Pessoa. Eles concorreram com o filme "A Arte de Morrer ou Marta Díptero Braquícero", que tem direção de Rodolpho de Barros e é daptado do conto homônimo do escritor Bruno Ribeiro. 

Ao todo, o filme foi premiado em 9 categorias na Mostra Nacional, entre elas Melhor Atriz, Melhor Ator, Melhor direção e Júri Popular. Veja a lista completa da premiação:

- Melhor Curta - Júri Oficial
- Melhor Direção - Rodolpho de Barros
- Melhor Atriz -  Ingrid Trigueiro
- Melhor Ator - Luiz Carlos Vasconcelos
- Melhor Fotografia - Sebastian Cantillo

- Júri Popular
- Prêmio Abraccine
- Prêmio Canal Brasil 
- Prêmio Cinecolor

SOBRE O FILME

O filme "A arte de morrer ou Marta Díptero Braquícero", uma coprodução entre Brasil, Canadá, Argentina e México, conta a história de dois personagens solitários e estranhos em um bar soturno. Essa é a sinopse da obra: “Madrugada. Desamparo. Duas moscas se encontram e se reconhecem em um restaurante abandonado à própria sorte”.

O conto "A arte de morrer ou Marta Díptero Braquícero" foi um dos vencedores do prêmio Brasil em Prosa e está no livro "Como Usar um Pesadelo" (editora Caos & Letras, 2020), de Bruno Ribeiro, que considera "um momento muito especial para a literatura e o cinema paraibano".

O diretor Rodolpho de Barros disse que o filme “nasce da qualidade literária do conto e ganha vida com as atuações primorosas de Luiz Carlos Vasconcelos e Ingrid Trigueiro. Uma colaboração entre o cinema, literatura e teatro paraibano”.

Com uma fotografia em preto e branco, a obra ganha um tom de filme noir.  O curta-metragem foi produzido por Nina Rosa, Metilde Alves, Sebastian Cantillo, Andres P. Galicia e Rodolpho de Barros.

Atualmente, Bruno e Rodolpho escrevem o longa-metragem "Grande dia", que está com as filmagens previstas para 2025.

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FONTE/CRÉDITOS (IMAGEM DE CAPA): Reprodução/Instagram
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